O Ministério das Cidades autorizou a construção de 697 novas unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida em municípios do Tocantins. A liberação consta na Portaria MCID nº 1.435, assinada pelo ministro Jader Filho, e foi confirmada durante audiência realizada em Brasília, nesta quinta-feira (11), com a participação de parlamentares tocantinenses.
Os empreendimentos contemplam os municípios de Porto Nacional, Gurupi, Paraíso do Tocantins e Araguaína, destravando projetos que aguardavam autorização federal e ampliando a política habitacional voltada a famílias de baixa renda no Estado. A reunião também contou com a presença do secretário nacional de Habitação, Augusto Henrique Alves Rabelo.
Durante o encontro, os deputados federais Ricardo Ayres (Republicanos) e Alexandre Guimarães (MDB) destacaram a importância da medida para a redução do déficit habitacional. Segundo os parlamentares, a autorização é resultado de articulação junto ao Governo Federal para garantir investimentos na área de moradia.
Porto Nacional concentra maior número de unidades
Entre os municípios contemplados, Porto Nacional receberá a maior quantidade de moradias, totalizando 333 unidades. Os empreendimentos autorizados no município são:
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Porto Mais Habitação Tropical II – 133 unidades
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Porto Imperial I – 150 unidades
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Porto Imperial II – 50 unidades
O prefeito Ronivon Maciel acompanhou o anúncio e destacou que a autorização atende a uma demanda antiga do município por novas habitações populares.
Outros municípios beneficiados
Além de Porto Nacional, outros três municípios também foram incluídos na portaria:
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Gurupi: 128 apartamentos no Residencial Nova Fronteira II
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Paraíso do Tocantins: 60 casas no Residencial Paraíso dos Ipês II
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Araguaína: 176 unidades no Residencial Atlântica
Reflexos econômicos e sociais
Com a publicação da portaria, o Tocantins amplia a oferta de moradia por meio do Minha Casa Minha Vida e avança na execução de projetos habitacionais financiados com recursos federais. A expectativa é de que a liberação das obras também gere impactos na economia local, especialmente no setor da construção civil, além de beneficiar centenas de famílias que aguardam acesso à casa própria.

