Sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
Policial

Em Paraíso do Tocantins, Polícia Civil indicia homem por apropriação indébita de computador emprestado pelo IFTO

Em Paraíso do Tocantins, Polícia Civil indicia homem por apropriação indébita de computador emprestado pelo IFTO
Em Paraíso do Tocantins, Polícia Civil indicia homem por apropriação indébita de computador emprestado pelo IFTO

A Polícia Civil do Tocantins (PC-TO), por intermédio da 63ª Delegacia de Polícia de Paraíso, concluiu nesta quinta-feira, 18, a investigação sobre caso de apropriação indébita e comunicação falsa de crimes ocorridos no município e indiciou um homem de 45 anos pela prática dos crimes.

 

Responsável pelo caso, o delegado-regional de Paraíso, José Lucas Melo, explica que em 2022, um homem de 45 anos recebeu do Instituto Federal do Tocantins, um computador a fim de realizar as atividades enquanto aluno da instituição.

 

?Ocorre que, recentemente, quando procurado para devolver o objeto, o indivíduo afirmou não ser possível fazê-lo, em razão de ter sido vítima de furto em sua residência, inclusive afirmou que um boletim de ocorrência teria sido registrado sobre o fato?, disse a autoridade policial.

 

Desse modo, a 63ª Delegacia de Paraíso iniciou as investigações, sendo possível constatar que o tal furto nunca ocorreu e que, na verdade, o sujeito vendeu o aparelho pertencente à instituição de ensino. Com base nas investigações, o homem foi indiciado por apropriação indébita e comunicação falsa de crime.

 

O inquérito foi remetido ao Poder Judiciário e ao Ministério Público com o pedido para que seja enviado à Justiça Federal, para a adoção das medidas legais cabíveis, já que houve prejuízo ao patrimônio da União.

 

Para o delegado José Lucas, o caso demonstra o comprometimento da Polícia Civil na investigação de qualquer tipo de delito. ?A Polícia Civil está sempre atenta e vigilante no sentido de elucidar crimes em geral, mesmo aqueles como esse, em que aparentemente o investigado tentou se furtar da responsabilidade. Ao se valer da boa vontade da instituição federal para emprestar o computador e sem cerimônia se apropriar e vender o bem, o indivíduo agora enfrentará as devidas sanções penais previstas em lei?, frisou o delegado José Lucas.