Sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
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Tocantins registra segunda prisão de padrasto, no mesmo dia, por estupro de vulnerável contra enteadas

Tocantins registra segunda prisão de padrasto, no mesmo dia, por estupro de vulnerável contra enteadas
Tocantins registra segunda prisão de padrasto, no mesmo dia, por estupro de vulnerável contra enteadas

Suspeito de 39 anos é acusado de abusar da enteada de 12 anos; mais cedo, outro padrasto foi preso em Palmas pelo mesmo crime

A Polícia Civil do Tocantins prendeu, nesta segunda-feira (29), um homem de 39 anos, identificado pelas iniciais A.A.C.S., suspeito de estuprar a própria enteada de 12 anos no município de Axixá do Tocantins. Esta é a segunda prisão por crime semelhante registrada no estado no mesmo dia ? pela manhã, outro padrasto havia sido detido em Palmas por abusar de uma menina de 11 anos.

O caso em Axixá

A prisão foi realizada por agentes da 14ª Delegacia de Polícia, após a Justiça acatar o pedido de prisão preventiva contra o investigado. Segundo as apurações, os abusos começaram em 2024, quando o homem vivia com a mãe da vítima.

De acordo com a delegada Lívia Rafaela Almeida de Vasconcelos, o suspeito aproveitava a ausência da mãe para cometer os crimes.

?Aproveitando-se da proximidade com a vítima, em razão de ser seu padrasto, o indivíduo praticava os abusos, sobretudo, na ausência da mãe, na casa em que residiam?, explicou.

O caso foi confirmado por meio de escuta especializada com a adolescente e também por exames periciais, que comprovaram a violência sexual. O homem foi levado para a 3ª Central de Atendimento da Polícia Civil em Araguatins e, em seguida, encaminhado a uma unidade prisional, onde ficará à disposição da Justiça.

Prisão em Palmas mais cedo

Ainda nesta segunda-feira, a Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) prendeu em Palmas um homem também de 39 anos, suspeito de abusar da enteada de 11 anos. Os abusos, segundo a investigação, começaram quando a família morava em Gurupi e continuaram após a mudança para a capital.

No caso de Palmas, o delegado Rodrigo Santilli destacou a importância da denúncia feita pela mãe e pelos tios da vítima, que permitiu o avanço das investigações.

Dois crimes semelhantes em um dia

As duas prisões em menos de 24 horas chamam atenção pela semelhança: em ambos os casos, os padrastos são apontados como autores dos abusos contra crianças que tinham o dever de proteger. A Polícia Civil classificou as prisões como fundamentais para resguardar as vítimas e responsabilizar os suspeitos.