
Suspeito de 39 anos é acusado de abusar da enteada de 12 anos; mais cedo, outro padrasto foi preso em Palmas pelo mesmo crime
A PolÃcia Civil do Tocantins prendeu, nesta segunda-feira (29), um homem de 39 anos, identificado pelas iniciais A.A.C.S., suspeito de estuprar a própria enteada de 12 anos no municÃpio de Axixá do Tocantins. Esta é a segunda prisão por crime semelhante registrada no estado no mesmo dia ? pela manhã, outro padrasto havia sido detido em Palmas por abusar de uma menina de 11 anos.
O caso em Axixá
A prisão foi realizada por agentes da 14ª Delegacia de PolÃcia, após a Justiça acatar o pedido de prisão preventiva contra o investigado. Segundo as apurações, os abusos começaram em 2024, quando o homem vivia com a mãe da vÃtima.
De acordo com a delegada LÃvia Rafaela Almeida de Vasconcelos, o suspeito aproveitava a ausência da mãe para cometer os crimes.
?Aproveitando-se da proximidade com a vÃtima, em razão de ser seu padrasto, o indivÃduo praticava os abusos, sobretudo, na ausência da mãe, na casa em que residiam?, explicou.
O caso foi confirmado por meio de escuta especializada com a adolescente e também por exames periciais, que comprovaram a violência sexual. O homem foi levado para a 3ª Central de Atendimento da PolÃcia Civil em Araguatins e, em seguida, encaminhado a uma unidade prisional, onde ficará à disposição da Justiça.
Prisão em Palmas mais cedo
Ainda nesta segunda-feira, a Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) prendeu em Palmas um homem também de 39 anos, suspeito de abusar da enteada de 11 anos. Os abusos, segundo a investigação, começaram quando a famÃlia morava em Gurupi e continuaram após a mudança para a capital.
No caso de Palmas, o delegado Rodrigo Santilli destacou a importância da denúncia feita pela mãe e pelos tios da vÃtima, que permitiu o avanço das investigações.
Dois crimes semelhantes em um dia
As duas prisões em menos de 24 horas chamam atenção pela semelhança: em ambos os casos, os padrastos são apontados como autores dos abusos contra crianças que tinham o dever de proteger. A PolÃcia Civil classificou as prisões como fundamentais para resguardar as vÃtimas e responsabilizar os suspeitos.

