
A PolÃcia Militar do Tocantins resgatou, na manhã de sábado (22), uma adolescente de 13 anos que buscou ajuda em um estabelecimento à s margens da Avenida Araguaia, em Xambioá. A jovem relatou ter sido vÃtima de abuso sexual, cárcere privado, ameaças e agressões praticadas por um homem de 31 anos.
Adolescente foi acolhida e Conselho Tutelar acionado
A equipe policial acolheu a vÃtima imediatamente e acionou o Conselho Tutelar, que acompanhou os primeiros atendimentos. Durante o relato inicial, a adolescente informou que estava em uma festa em outro estado quando foi induzida ao uso de entorpecentes e levada pelo autor em um caminhão.
Ao longo do trajeto, segundo seu relato, sofreu abusos, foi impedida de sair do veÃculo e submetida a agressões fÃsicas e ameaças. Ao chegar à cidade de Xambioá, a vÃtima conseguiu fugir e pedir ajuda em um posto de combustÃveis, sendo prontamente atendida pela PolÃcia Militar.
Caminhoneiro foi localizado e preso
O suspeito foi localizado, detido e encaminhado à Central de Flagrantes para os procedimentos legais cabÃveis. Segundo informações da Secretaria da Segurança Pública do Tocantins, o indivÃduo de iniciais S.H.F.B., de 31 anos, foi autuado em flagrante pelos crimes de cárcere privado, ameaça, dano e tráfico de drogas.
De acordo com o Boletim de Ocorrência, o homem, que é caminhoneiro, veio do Estado de Goiás na companhia da adolescente de 13 anos, a qual teria sido ameaçada e mantida em cárcere privado.
Drogas foram apreendidas
Com o homem, também foram apreendidas algumas porções de substâncias entorpecentes que ele estaria comercializando nas cidades onde passava.
Após a realização dos procedimentos legais cabÃveis na 5ª Central de Atendimento da PolÃcia Civil em AraguaÃna, o caminhoneiro foi encaminhado à Unidade Penal Regional Local, onde ficará à disposição da Justiça.
Compromisso com a proteção de crianças e adolescentes
A PolÃcia Militar reforçou seu compromisso com a proteção de crianças e adolescentes, atuando de forma rápida e integrada com os órgãos de assistência e responsabilização.
O caso segue sob investigação da PolÃcia Civil.

