Sábado, 10 de janeiro de 2026
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Ex-vereador é preso suspeito de mandar matar técnica de enfermagem no Tocantins

Genivaldo Mendes da Silva teria pago R$ 5 mil para executor cometer o crime; vítima foi morta a tiros e câmeras registraram o ataque, segundo a PM

Ex-vereador é preso suspeito de mandar matar técnica de enfermagem no Tocantins
Ex-vereador é preso suspeito de mandar matar técnica de enfermagem no Tocantins

O ex-vereador de Sandolândia Genivaldo Mendes da Silva, de 47 anos, foi preso na tarde de domingo (9) suspeito de ser o mandante do assassinato da técnica de enfermagem Daiany Batista de Carvalho, de 31 anos, ocorrido em Figueirópolis, no sul do Tocantins.

A prisão aconteceu em uma fazenda localizada entre a zona rural de Araguaçu (TO) e São Miguel do Araguaia (GO). De acordo com a Polícia Militar, ao perceber a chegada das equipes, o ex-vereador tentou fugir em direção à mata e chegou a atravessar um rio, mas foi capturado logo em seguida.

Segundo a corporação, Genivaldo confessou ter pago R$ 5 mil a um homem para executar o crime. A ação que levou à prisão dele envolveu equipes da Rádio Patrulha de Sandolândia, do 7º CIPM de Alvorada e do 51º Batalhão da PM de São Miguel do Araguaia.

A técnica de enfermagem Daiany Batista foi assassinada a tiros no dia 4 de novembro, quando saía de uma loja em Figueirópolis. Uma câmera de segurança flagrou o momento do ataque, e as imagens auxiliaram as equipes na identificação dos suspeitos.

Conforme as investigações, o crime teria sido motivado pelo inconformismo do ex-vereador com o fim do relacionamento com sua ex-companheira, que estava se relacionando com a vítima.

O executor do homicídio foi preso na última quinta-feira (6), mas o nome dele não foi divulgado pelas autoridades até o momento.

Genivaldo, natural de Formoso do Araguaia, é suplente de vereador na Câmara Municipal de Sandolândia. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ele foi eleito vereador da cidade nas eleições de 2012, 2016 e 2020.

A Polícia Civil segue investigando o caso e deve encaminhar o inquérito ao Ministério Público do Tocantins.