Quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
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Com urnas de luxo e ?chuva de pétalas?, mercado funerário apresenta novas tendências em evento no Tocantins

Com urnas de luxo e ?chuva de pétalas?, mercado funerário apresenta novas tendências em evento no Tocantins
Com urnas de luxo e ?chuva de pétalas?, mercado funerário apresenta novas tendências em evento no Tocantins

Workshop reúne representantes do setor de todo o Brasil para discutir inovações que visam oferecer mais conforto e dignidade no momento da despedida. Evento também busca aprimorar os serviços no estado.

PALMAS ? O mercado funerário está se modernizando para oferecer cerimônias de despedida mais confortáveis, dignas e tecnológicas. Novas tendências do setor, que vão de urnas luxuosas a uma ?chuva de pétalas? sobre o caixão, estão sendo apresentadas no 2º Workshop Funerário Hop, que acontece nesta quinta-feira, 21, em Palmas.

O evento reúne representantes de funerárias de todo o Brasil com o objetivo de debater inovações e aprimorar a qualidade dos serviços prestados no Tocantins. A melhoria dos procedimentos é vista como essencial para evitar incidentes, como o que ocorreu em junho deste ano, quando um caixão com um corpo caiu de um carro funerário em plena BR-153.

Entre as novidades apresentadas, destacam-se diferentes modelos de urnas, das mais acessíveis às mais sofisticadas. Um dos itens de luxo que mais chamou a atenção foi um lustre especial que, no momento final da cerimônia, libera pétalas de rosas sobre a urna, ao som da música preferida do falecido.

?É fechada a urna com dignidade, sem pressa, com luvas brancas. E depois a gente solta as pétalas [?] fazendo com que aquele momento de despedida seja menos dolorido?, explicou o palestrante Jonas Zanzoni.

Outra inovação são as chavetas (parafusos que fecham a urna) personalizadas, que são entregues à família como uma lembrança em um porta-joias após o fechamento do caixão.

Para Jari Farias, representante do sindicato das empresas funerárias do Rio Grande do Sul, o setor cumpre uma função social crucial. ?É uma categoria econômica que gera empregos, mas tem um papel social diferente, que é acolher as famílias nos momentos de dificuldade, de perda?, comentou.

Com informações do G1*

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