Sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
Plantão Policial

Casal é preso suspeito de matar homem com golpes de canivete e requintes de crueldade no Tocantins

Vítima foi espancada e esfaqueada até a morte após desentendimento com os autores.

Uma ação conjunta da Polícia Civil do Tocantins resultou, nesta quinta-feira (4), na prisão de um homem de 24 anos e sua companheira, de 25 anos, suspeitos de assassinar Ambrozio Alves de Araújo, de 43 anos, na madrugada de 19 de agosto, na cidade de Porto Alegre do Tocantins.

A operação foi conduzida pela 100ª Delegacia de Almas, sob comando do delegado Clésio Lima, com apoio da 1ª Divisão de Repressão a Narcóticos de Palmas (1ª DENARC).

O crime

De acordo com as investigações, a vítima foi morta com extrema violência. Ambrozio teria sido espancado com socos, chutes e golpes de madeira. Em seguida, já sem condições de reagir, sofreu seis golpes de canivete desferidos pela mulher suspeita.

“O crime foi cometido com requintes de crueldade. A vítima não teve chance de se defender”, destacou o delegado Clésio Lima.

Motivação

As apurações indicam que o homicídio teria sido motivado pelo uso de álcool e drogas. A vítima estava na casa do casal quando, após um desentendimento, a mulher teria se incomodado com a presença de Ambrozio e ordenado que o companheiro o agredisse. Logo depois, ela mesma passou a atacá-lo, consumando o crime com os golpes de faca.

Prisões

Com base no inquérito, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva dos dois suspeitos, pedido deferido pela Vara Criminal da Comarca de Dianópolis.

  • A mulher, identificada pelas iniciais S.R.S., foi presa em Almas (TO).

  • O homem, de iniciais D.S.C., foi capturado no Distrito de Luzimangues, em Porto Nacional.

Após a prisão, eles foram encaminhados às unidades prisionais correspondentes, onde permanecem à disposição da Justiça.

Repercussão

Segundo o delegado Clésio, a prisão dos suspeitos representa um avanço importante para a elucidação do caso, que causou grande repercussão em Porto Alegre do Tocantins pela crueldade do crime.

“A Polícia Civil não mediu esforços para esclarecer esse homicídio bárbaro e garantir a prisão dos envolvidos, dando uma resposta à sociedade”, concluiu.