Eduardo Siqueira Campos assina compromisso pela liberdade de imprensa e proteção a jornalistas

O candidato à prefeitura de Palmas, Eduardo Siqueira Campos, da Coligação Juntos Podemos Agir (Podemos/Agir/PRTB), oficializou na manhã deste sábado (28/9) sua adesão à Carta Compromisso pela Defesa da Liberdade de Expressão e Segurança de Jornalistas e Comunicadores, iniciativa da Rede Nacional de Proteção de Jornalistas e Comunicadores.
A carta, promovida por entidades como o Instituto Vladimir Herzog e a Artigo 19, busca garantir a proteção dos profissionais da comunicação, especialmente em um cenário de crescente violência e intimidação. A Rede atua monitorando casos de agressões e oferecendo treinamentos voltados à segurança dos comunicadores, reforçando a importância de um ambiente seguro para o exercício do jornalismo.
Em um vídeo divulgado durante a cerimônia, Eduardo Siqueira Campos destacou o papel essencial da imprensa para a transparência e a democracia, comprometendo-se a assegurar que jornalistas e comunicadores possam atuar livremente durante o período eleitoral e em sua eventual gestão.
"Assino este compromisso com a liberdade de expressão e a segurança dos profissionais de comunicação porque reconheço a importância do trabalho deles para o fortalecimento do processo democrático. Como candidato, é minha obrigação garantir que exerçam suas funções sem medo ou intimidação", declarou Siqueira.
A assinatura da carta por Eduardo Siqueira Campos representa um posicionamento firme em defesa de um debate eleitoral seguro e democrático, com respeito irrestrito à liberdade de imprensa. O candidato reafirma seu histórico de respeito e apoio aos profissionais da comunicação, destacando que essa postura será uma prioridade em sua gestão, caso eleito, garantindo um ambiente seguro e transparente para o trabalho dos jornalistas em Palmas.
Ao assinar o documento, Eduardo Siqueira Campos se comprometeu a seguir nove diretrizes registradas na carta:
1. Adotar um discurso público que não incentive a violência contra jornalistas e comunicadores, seja em eventos públicos ou no ambiente digital.
2. Condenar publicamente qualquer forma de violência ou ataque contra profissionais da imprensa.
3. Respeitar o direito de sigilo da fonte e as garantias constitucionais contra a censura.
4. Garantir o acesso igualitário de jornalistas a informações e atividades de campanha.
5. Não estimular ataques ou ofensas, diretas ou indiretas, contra jornalistas, garantindo a privacidade no ambiente digital e offline.
6. Não utilizar instrumentos jurídicos para censura ou intimidação de jornalistas, repudiando práticas de assédio judicial.
7. Não promover nem contribuir para a disseminação de desinformação e conteúdos falsos.
8. Reservar atenção às mídias populares e comunitárias, assegurando que também tenham acesso às informações da campanha.
9. Fomentar políticas públicas que promovam a sustentabilidade da comunicação popular e comunitária.